essa é para vc LULA :
" A PIOR PRISÃO É A DA CONSCIÊNCIA "
o abismo da profundeza intelectual e moral......
"
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PEIXE-BOLSONARO
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Re: PEIXE-BOLSONARO
KKKKKKKKK.........o cara DERRETEU a tornozeleira com um ferro de solda..........KKKKKKKKKKKK..........."CURIOSIDADE".........KKKKKKKKKKKK
https://www.youtube.com/watch?v=7z2UNuL0dks
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Re: PEIXE-BOLSONARO
APEX e a narrativa publicitária.
A Campanha da ApexBrasil tenta "reposicionar a exportação no imaginário coletivo", como se fosse sinônimo de desenvolvimento.
É uma narrativa que mascara a concentração de renda e o desequilíbrio fiscal.
Os dados de 2025 são um verdadeiro balde de água fria na narrativa do “Brasil em crescimento”.
Queda brutal no ranking global de crescimento
O Brasil despencou do 5º para o 32º lugar em 2025.
Selic em 15% ao ano.
O agro puxa o PIB, mas não puxa a arrecadação.
Tem PIB, mas tem rombo.
O discurso do “PIB crescendo” esconde uma engenharia fiscal que, no fundo, pode estar corroendo a sustentabilidade do próprio crescimento.
Há uma contradição estrutural.
O PIB gerado pelo agronegócio, não cobre o déficit fiscal causado pela renúncia tributária.
O setor recebe subsídios bilionários e paga tarifa zero nas exportações.
O governo atual financia a competitividade do agro sem retorno proporcional em arrecadação.
O "celeiro" do mundo está destruindo a economia e a natureza.
O governo gasta mais do que arrecada, com o esse tal do AGRO.
A Campanha da ApexBrasil tenta "reposicionar a exportação no imaginário coletivo", como se fosse sinônimo de desenvolvimento.
É uma narrativa que mascara a concentração de renda e o desequilíbrio fiscal.
Os dados de 2025 são um verdadeiro balde de água fria na narrativa do “Brasil em crescimento”.
Queda brutal no ranking global de crescimento
O Brasil despencou do 5º para o 32º lugar em 2025.
Selic em 15% ao ano.
O agro puxa o PIB, mas não puxa a arrecadação.
Tem PIB, mas tem rombo.
O discurso do “PIB crescendo” esconde uma engenharia fiscal que, no fundo, pode estar corroendo a sustentabilidade do próprio crescimento.
Há uma contradição estrutural.
O PIB gerado pelo agronegócio, não cobre o déficit fiscal causado pela renúncia tributária.
O setor recebe subsídios bilionários e paga tarifa zero nas exportações.
O governo atual financia a competitividade do agro sem retorno proporcional em arrecadação.
O "celeiro" do mundo está destruindo a economia e a natureza.
O governo gasta mais do que arrecada, com o esse tal do AGRO.
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Re: PEIXE-BOLSONARO
O ponto central da contradição brasileira:
A política fiscal de Lula em 2025 tem buscado ampliar acordos de tarifa zero com os EUA.
Mas isso gera fortes impactos econômicos e ambientais.
Os incentivos fiscais e subsídios ao agronegócio criam uma corrida desenfreada pela exportação, com impactos econômicos e ambientais muito pesados.
Subsídios bilionários + tarifa zero nas exportações → estimulam artificialmente a competitividade externa.
Isso gera uma expansão acelerada da fronteira agrícola, sem contrapeso em arrecadação fiscal.
O resultado é desmatamento em áreas florestais e avanço sobre terras indígenas, muitas vezes em conflito com direitos constitucionais.
A política de tarifa zero praticada por Lula tem consequências :
Econômicas: o PIB do agro não cobre o déficit gerado pela renúncia tributária.
Ambientais: destruição de florestas, aumento da temperatura global, aceleração da mudança climática.
Sociais: comunidades indígenas e ribeirinhas sofrem com invasões de terras e poluição dos rios.
A política fiscal de Lula em 2025 tem buscado ampliar acordos de tarifa zero com os EUA.
Mas isso gera fortes impactos econômicos e ambientais.
Os incentivos fiscais e subsídios ao agronegócio criam uma corrida desenfreada pela exportação, com impactos econômicos e ambientais muito pesados.
Subsídios bilionários + tarifa zero nas exportações → estimulam artificialmente a competitividade externa.
Isso gera uma expansão acelerada da fronteira agrícola, sem contrapeso em arrecadação fiscal.
O resultado é desmatamento em áreas florestais e avanço sobre terras indígenas, muitas vezes em conflito com direitos constitucionais.
A política de tarifa zero praticada por Lula tem consequências :
Econômicas: o PIB do agro não cobre o déficit gerado pela renúncia tributária.
Ambientais: destruição de florestas, aumento da temperatura global, aceleração da mudança climática.
Sociais: comunidades indígenas e ribeirinhas sofrem com invasões de terras e poluição dos rios.
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Re: PEIXE-BOLSONARO
o Plano Safra 2025 liberou R$ 516,2 bilhões para o agronegócio, enquanto ao mesmo tempo houve negação de cerca de R$ 4 bilhões em recursos para os Correios, que pediam reforço para modernização e expansão de serviços.
Os Correios solicitaram cerca de R$ 4 bilhões para investimentos em logística, digitalização e infraestrutura.
O governo negou esse aporte, alegando restrições fiscais e necessidade de contenção de gasto.
Há uma assimetria brutal — enquanto o agro recebe meio trilhão de reais em apoio, os Correios ficam sem os R$ 4 bilhões que pediam para continuar funcionando bem.
A Constituição Federal de 1988 não criou o Programa Nacional de Desestatização (PND) em 1990 pela Lei nº 8.031, mas estabeleceu princípios que abriram espaço para políticas de privatização.
Em resumo: a Constituição de 1988 forneceu a base legal e ideológica para a abertura econômica e a redução da presença estatal em setores produtivos. A Lei nº 8.031/1990 operacionalizou essa diretriz, criando o PND.
Os Correios solicitaram cerca de R$ 4 bilhões para investimentos em logística, digitalização e infraestrutura.
O governo negou esse aporte, alegando restrições fiscais e necessidade de contenção de gasto.
Há uma assimetria brutal — enquanto o agro recebe meio trilhão de reais em apoio, os Correios ficam sem os R$ 4 bilhões que pediam para continuar funcionando bem.
A Constituição Federal de 1988 não criou o Programa Nacional de Desestatização (PND) em 1990 pela Lei nº 8.031, mas estabeleceu princípios que abriram espaço para políticas de privatização.
Em resumo: a Constituição de 1988 forneceu a base legal e ideológica para a abertura econômica e a redução da presença estatal em setores produtivos. A Lei nº 8.031/1990 operacionalizou essa diretriz, criando o PND.
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Re: PEIXE-BOLSONARO
A NARRATIVA DO GOVERNO : desestatização
Fernando Haddad critica o Correios
Em entrevistas, Haddad disse :
"A obrigação da estatal de entregar cartas em áreas remotas, o que gera custos elevados."
"A quebra do monopólio, já que concorrentes privados só atuam em serviços lucrativos, sem obrigação de atender regiões deficitárias."
O CONTRAPONTO : em defesa das estatais
Correios como serviço essencial
Diferente do agroexportador, os Correios têm função social e econômica estratégica:
Integração nacional: chegam a locais onde empresas privadas não atuam, garantindo acesso à comunicação e comércio.
Distribuição de renda: ao permitir que pequenos negócios vendam e entreguem em todo o país, ajudam a reduzir desigualdades regionais.
Pandemia: foram fundamentais para entrega de medicamentos, insumos hospitalares e compras online, sustentando o comércio quando o contato físico estava restrito.
O MAIS IMPORTANTE :
Mesmo com prejuízos financeiros recentes, os Correios cumprem uma missão pública que não pode ser medida apenas em balanço contábil.
Ou seja: enquanto a renúncia fiscal do agro favorece poucos e custa caro ao Estado, os Correios custam ao Estado, mas beneficiam muitos.
— especialmente em momentos críticos como a pandemia.
Quando se coloca lado a lado os números da renúncia fiscal do agro e os subsídios do Plano Safra, o contraste com o déficit dos Correios fica gritante.
Renúncia fiscal + subsídios ao Agro
Renúncia fiscal nas exportações: cerca de R$ 158 bilhões/ano.
Subsídios do Plano Safra: aproximadamente R$ 516 bilhões em crédito rural subsidiado.
Total: mais de R$ 674 bilhões em apoio direto e indireto ao setor agroexportador.
Beneficiados: principalmente grandes exportadores e conglomerados financeiros que concentram o acesso ao crédito e às isenções.
IMPACTO: Concentração de renda e perda de arrecadação que poderia financiar políticas públicas universais.
Correios :
Déficit : cerca de R$ 4 bilhões em 2025.
Função social: serviço essencial que garante integração nacional, distribuição de renda e apoio ao comércio eletrônico.
Durante a pandemia, os Correios foram fundamentais para entrega de medicamentos, insumos hospitalares e compras online, sustentando pequenos negócios e famílias.
MESMO COM DÉFCIT, O RETORNO SOCIAL É AMPLO E DIFUSO
Em termos de escala fiscal, os R$ 4 bilhões dos Correios são irrelevantes perto dos R$ 674 bilhões destinados ao agro.
E em termos de função social, os Correios têm impacto muito mais democrático e inclusivo.
Fernando Haddad critica o Correios
Em entrevistas, Haddad disse :
"A obrigação da estatal de entregar cartas em áreas remotas, o que gera custos elevados."
"A quebra do monopólio, já que concorrentes privados só atuam em serviços lucrativos, sem obrigação de atender regiões deficitárias."
O CONTRAPONTO : em defesa das estatais
Correios como serviço essencial
Diferente do agroexportador, os Correios têm função social e econômica estratégica:
Integração nacional: chegam a locais onde empresas privadas não atuam, garantindo acesso à comunicação e comércio.
Distribuição de renda: ao permitir que pequenos negócios vendam e entreguem em todo o país, ajudam a reduzir desigualdades regionais.
Pandemia: foram fundamentais para entrega de medicamentos, insumos hospitalares e compras online, sustentando o comércio quando o contato físico estava restrito.
O MAIS IMPORTANTE :
Mesmo com prejuízos financeiros recentes, os Correios cumprem uma missão pública que não pode ser medida apenas em balanço contábil.
Ou seja: enquanto a renúncia fiscal do agro favorece poucos e custa caro ao Estado, os Correios custam ao Estado, mas beneficiam muitos.
— especialmente em momentos críticos como a pandemia.
Quando se coloca lado a lado os números da renúncia fiscal do agro e os subsídios do Plano Safra, o contraste com o déficit dos Correios fica gritante.
Renúncia fiscal + subsídios ao Agro
Renúncia fiscal nas exportações: cerca de R$ 158 bilhões/ano.
Subsídios do Plano Safra: aproximadamente R$ 516 bilhões em crédito rural subsidiado.
Total: mais de R$ 674 bilhões em apoio direto e indireto ao setor agroexportador.
Beneficiados: principalmente grandes exportadores e conglomerados financeiros que concentram o acesso ao crédito e às isenções.
IMPACTO: Concentração de renda e perda de arrecadação que poderia financiar políticas públicas universais.
Correios :
Déficit : cerca de R$ 4 bilhões em 2025.
Função social: serviço essencial que garante integração nacional, distribuição de renda e apoio ao comércio eletrônico.
Durante a pandemia, os Correios foram fundamentais para entrega de medicamentos, insumos hospitalares e compras online, sustentando pequenos negócios e famílias.
MESMO COM DÉFCIT, O RETORNO SOCIAL É AMPLO E DIFUSO
Em termos de escala fiscal, os R$ 4 bilhões dos Correios são irrelevantes perto dos R$ 674 bilhões destinados ao agro.
E em termos de função social, os Correios têm impacto muito mais democrático e inclusivo.
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Re: PEIXE-BOLSONARO
PONTOS ADICIONAIS :
1. Segurança Nacional e Soberania
Correios não são apenas uma empresa: são parte da infraestrutura crítica do Estado.
Garantem sigilo e segurança em comunicações oficiais, judiciais e eleitorais (inclusive no transporte de urnas e documentos da Justiça Eleitoral).
Privatizar significaria entregar dados sensíveis e estratégicos a conglomerados privados ou estrangeiros.
2. Universalização do Serviço
Empresas privadas atuam apenas onde há lucro.
Correios asseguram que comunidades ribeirinhas, aldeias indígenas e regiões amazônicas tenham acesso a comunicação e comércio.
Isso é um direito de cidadania, não apenas um serviço comercial.
3. Eficiência Comparativa
Apesar do déficit pontual, os Correios têm histórico de superávit em vários anos.
O déficit recente decorre de políticas de sucateamento e falta de investimentos, não de incapacidade estrutural.
Diferente de empresas privadas, que recebem subsídios e renúncias fiscais bilionárias, os Correios operam com muito menos apoio estatal.
4. Função Econômica Estratégica
Correios são fundamentais para o e-commerce brasileiro, especialmente para pequenos negócios que não têm acesso a transportadoras privadas.
Sem Correios, o custo logístico para micro e pequenas empresas aumentaria, concentrando ainda mais o mercado nas mãos de grandes players.
5. Comparação Internacional
Países desenvolvidos mantêm serviços postais estatais fortes (ex.: USPS nos EUA, La Poste na França, Royal Mail no Reino Unido até recentemente).
Muitos enfrentam desafios financeiros, mas são preservados por sua função pública e estratégica.
O Brasil não estaria “atrasado” por manter os Correios estatais; estaria alinhado com a lógica de soberania e inclusão.
6. Custo Social da Privatização
Privatizar não elimina custos: transfere-os para o cidadão.
Tarifas mais altas, exclusão de regiões não lucrativas e precarização de trabalhadores seriam consequências diretas.
O “déficit” de R$ 4 bilhões é, na prática, um investimento social que retorna em integração nacional e inclusão econômica.
“Os Correios não são apenas uma empresa: são um elo de soberania, cidadania e integração nacional. O déficit é pequeno diante do retorno social que oferecem.
1. Segurança Nacional e Soberania
Correios não são apenas uma empresa: são parte da infraestrutura crítica do Estado.
Garantem sigilo e segurança em comunicações oficiais, judiciais e eleitorais (inclusive no transporte de urnas e documentos da Justiça Eleitoral).
Privatizar significaria entregar dados sensíveis e estratégicos a conglomerados privados ou estrangeiros.
2. Universalização do Serviço
Empresas privadas atuam apenas onde há lucro.
Correios asseguram que comunidades ribeirinhas, aldeias indígenas e regiões amazônicas tenham acesso a comunicação e comércio.
Isso é um direito de cidadania, não apenas um serviço comercial.
3. Eficiência Comparativa
Apesar do déficit pontual, os Correios têm histórico de superávit em vários anos.
O déficit recente decorre de políticas de sucateamento e falta de investimentos, não de incapacidade estrutural.
Diferente de empresas privadas, que recebem subsídios e renúncias fiscais bilionárias, os Correios operam com muito menos apoio estatal.
4. Função Econômica Estratégica
Correios são fundamentais para o e-commerce brasileiro, especialmente para pequenos negócios que não têm acesso a transportadoras privadas.
Sem Correios, o custo logístico para micro e pequenas empresas aumentaria, concentrando ainda mais o mercado nas mãos de grandes players.
5. Comparação Internacional
Países desenvolvidos mantêm serviços postais estatais fortes (ex.: USPS nos EUA, La Poste na França, Royal Mail no Reino Unido até recentemente).
Muitos enfrentam desafios financeiros, mas são preservados por sua função pública e estratégica.
O Brasil não estaria “atrasado” por manter os Correios estatais; estaria alinhado com a lógica de soberania e inclusão.
6. Custo Social da Privatização
Privatizar não elimina custos: transfere-os para o cidadão.
Tarifas mais altas, exclusão de regiões não lucrativas e precarização de trabalhadores seriam consequências diretas.
O “déficit” de R$ 4 bilhões é, na prática, um investimento social que retorna em integração nacional e inclusão econômica.
“Os Correios não são apenas uma empresa: são um elo de soberania, cidadania e integração nacional. O déficit é pequeno diante do retorno social que oferecem.

